segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sinopse+Capítulo 1

 Sinopse (com revisão)
Cansado de não obter as respostas de suas perguntas e vendo que sua própria mãe não iria lhe contar a verdade, Jake começa uma jornada em busca de seu pai desaparecido. Porém logo no início ele encontra uma misteriosa e encantadora jovem, sem memórias e com a capacidade de controlar o fogo. Sendo "obrigados" a buscar por seus objetivos juntos, cada um aprende a conviver com os defeitos um do outro e aprendem que as coisas são bem mais complexas do que parecem. A questão é: Irá Jake se arrepender de buscar seu pai? E a jovem de seu passado?
Sinopse horrivel, a história esta melhor :D


Cap. 1 – A garota de olhos dourados -Sem revisão

Há muito tempo, quando a população ainda acreditava em vários Deuses, e criaturas místicas andavam soltas pelos pastos.
Em um período que uma aliança imperial originava guerras intermináveis por busca de território e riquezas, causando a morte de vários inocentes e a destruição de campos e cidades, as pessoas já não viam outra saída a não ser pedir aos Deuses para lhes ajudar, de alguma forma, a terminar com tantos conflitos; e assim depois de algum tempo foram atendidas. Nasceu entre eles uma criança, presenteada pelos Deuses com dons jamais vistos, que poderia tanto ajudar, tanto piorar a situação em que se encontravam, dependendo das pessoas ao seu redor. E assim, essa criança cresceu e com a ajuda de seus dons divinos, acabou com a aliança imperial causadora de tanto sofrimento, trazendo a paz novamente. E assim, fora chamado de “Dei media”, e quando partir-se para o Fenterhllen – Terra dos mortos -, outro semelhante a ele nascerá aleatoriamente. Isso vem acontecendo há quase dois séculos, porém, agora a maioria das pessoas diz que esse “Dei media” é apenas uma lenda, contada a crianças antes de dormir. Porém toda lenda volta a viver aos olhos de uns.

***

Jacob Kyle Manson, ou Jake, era um jovem de 18 anos, vindo de uma pequena vila chamada Nebradian, ao leste de Adahbrian. Era alto, a pele morena clara com algumas imperfeições, tinha olhos intensamente azuis e um cabelo castanho escuro, na altura de sua orelha. Ele estava em um grande templo longe de sua terra natal, feito de pedras cinzas e pretas, já bastante gastas, procurando alguma coisa que fosse útil e que lhe desse algum paradeiro de seu pai, que lhe diziam ser um aventureiro e já teria visitado aquele templo varias vezes. Estava desaparecido desde que Jake era apenas uma criança, deixando sua mãe, e o menino sozinhos e preocupados na vila, por mais que parecesse que sua mãe sabia de algo, e o escondia, deixando Jake tão irritado a ponto de arrumar suas coisas e procurar as respostas por conta própria. O rapaz vestia uma calça preta, com uma blusa branca de mangas que cobriam até depois do cotovelo, um colete de couro também preto, um colar com uma pedra azul claro, deixada pelo seu pai, antes de desaparecer, e também tinha uma pequena mochila com alguns alimentos, um caderno para anotações, água, mapas, além de portar uma simples faca em sua cintura. O rapaz, já estava na ultima sala do templo, que ainda não tinha explorado. A sala era pequena e continha apenas quatro estátuas de homens com armadura e lanças na mão, espalhadas uma em cada canto da sala, que deixava tudo ainda mais suspeito. O jovem já estava irritado com a situação.
E lá estava eu, novamente em um templo velho e enorme, a procura de alguma pista do meu pai. Ainda bem que essa é a ultima sala. Bem que o velho podia ter ido em templos menores...
Depois de mexer e olhar em tudo daquela pequena sala, ele concluiu que não tinha mais nada que fazer ali. Mas algo com aquelas estátuas o incomodava. Ele decidiu dar mais uma olhada em todas elas. Depois de um tempo percebeu uma coisa bem curiosa. Apenas uma das estátuas estava com a lança levemente inclinada para a direita. Jake tentou colocá-la reta que nem as outras, mas foi em vão. Ele então se dirigiu a uma outra que estava do outro lado da sala. Tentou desta vez, entortar a lança, igual a primeira. Com um pouco de esforço e para a surpresa do rapaz, a lança se inclinou, e seu rosto agora mostrava esperança de encontrar alguma pista de seu pai. Fez a mesma coisa com as outras e depois de inclinar a ultima lança, o chão começou a tremer. Jake, que foi pego de surpresa, segurou a estátua para não se desequilibrar e cair. E então, uma coisa inesperada aconteceu. Uma parte do chão começou a afundar, formando degraus para um corredor escuro e úmido. Jake não pensou duas vezes, e assim que o chão parou de tremer, ele acendeu seu lampião e desceu as escadas, entrando no corredor escuro. O corredor não era muito longo, e deu para perceber que as mesmas pedras que faziam as paredes e o chão do templo, também faziam parte da parede daquele corredor.
Ele continuou seguindo pelo corredor, e logo em seguida, chegou em uma imensa porta enferrujada no final. Ao chegar mais perto, percebeu que tinha algo escrito na porta, e não hesitou em levar sua mão sobre os rabiscos e tirar um pouco da sujeira que o impedia de ver melhor o que estava escrito. Aproximou mais o lampião e pode ver o seguinte texto:

Cô gái với đôi mắt vàng
Trở thành một nữ thần mạnh mẽ
Để giúp các phụ nữ của thế giới
Cô ấy đã giúp chúng và sau đó họ bị phản bội
Và cô rơi vào một biển ghét
Và tất cả mọi người trừng phạt những người vượt qua con đường của mình
Bây giờ cô là trong ký ức của bạn
Và đó niêm phong viên
Cho đến khi chiếc vòng cổ của tôi hoặc làm thức tỉnh một ai đó.


- O que é isso?- Ele perguntou pra si mesmo. Era uma língua diferente, parecia bem antiga. Jake não demorou em anotar o que estava na parede em seu caderno de anotações, a fim de descobrir mais tarde, alguém que conheça a tal língua e traduza o texto. Logo depois de guardar seu caderno, ele empurrou confiante a porta enferrujada, mas sem deixar de estar ansioso para o que o esperava depois daquele corredor escuro. A surpresa veio logo depois. Uma sala média, sem nenhuma porta ou janela, toda branca e com apenas uma grande cápsula levemente transparente em forma de flor fechada e com vários espinhos a envolvendo, com algo dentro. Jake olhou ao seu redor, sem acreditar muito no que estava vendo. Aproximou-se do estranho objeto em forma de flor e pôde ver uma silhueta humana feminina dentro dela. O rapaz se perguntava o que raios era tudo aquilo, até que seu colar começou a brilhar intensamente, para a surpresa do próprio. Os espinhos, que pareciam estar ali ha muito tempo, desapareceram de uma hora para outra e a parte frontal da flor, então, começou a desabrochar. Jake recuou alguns passos por precaução, ou até mesmo com algum medo. A flor parcialmente aberta acabou revelando uma garota de uns 17 anos, vestindo um vestido um pouco apertado preto longo, sem mangas, com alguns detalhes dourados.  Pele branca, cabelos na altura do queixo repicados e escuros, e com um rosto delicado. Dormia serenamente. Jake não hesitou a se aproximar e olhar de perto a moça a sua frente, que parecia inofensiva.
- Como ela é linda... –sussurrou para si mesmo o moreno, não conseguindo tirar os olhos da moça a sua frente.
Então a estranha jovem começou a cair da cápsula, ainda dormindo. Jake tentou segura-la, mas como tudo foi muito rápido e inesperado ele não conseguiu a pegar direito e acabou caindo no chão junto com a morena.
Os dois estavam no caídos no chão, a garota que até agora estava dormindo se sentou no chão e abriu lentamente os olhos, e observou tudo ao redor, e seu olhar surpreso e confuso parou em Jake. O mesmo que tinha acabado de se levantar fitou a moça a sua frente, sem mexer um músculo. Eram olhos estranhamente dourados. O rapaz podia ficar horas perdido naquele olhar confuso e inocente, mas a realidade veio como um soco na face. Ficaram se encarando por um curto tempo até que Jake se levantou rapidamente, sacou sua faca se afastou, um pouco tremulo.
- Q-Quem é você? – ele perguntou, não querendo mostrar o nervosismo.
Uma voz família soou na cabeça da jovem como um sussurro: Durma bem minha querida Demehtria... Demehtria...
-AH!AI MINHA CABEÇA! – ela gritou colocando as mãos na cabeça, ainda caída no chão.
Jake pensou em perguntar se estava tudo bem, mas preferiu não se mexer.
Uns minutos se passaram e a expressão de dor pareceu sumir aos poucos do rosto da jovem. Então ele voltou a perguntar friamente.
- Eu vou perguntar outra vez. Quem é você?
Então o olhar dela voltou para Jake.
- Eu não sei... – ela respondeu confusa. – Mas acho que chamo Demehtria.
- Como assim não sabe? Como foi parar nessa coisa? O que é esse lugar? –ele gritou impaciente.
- Eu não sei!- ela respondeu no mesmo tom. Depois baixou a cabeça e continuou com a voz fraca - Eu não me lembro de nada... É tão estranho... Estou me sentindo tão vazia...
Jake baixou a faca e a guardou. Parecia que a jovem não estava mentindo, e ainda por cima não tinha encontrado nenhuma pista de seu pai. Mas o mais esquisito era que ele confiava estranhamente nela.
- Me desculpe... Venha, vamos sair daqui. – Disse o moreno, estendo a mão para a moça a sua frente.
Demehtria nada falou, apenas segurou a mão do rapaz para se erguer do chão. Jake antes de sair, deu uma ultima olhada na estranha sala. Não tinha mais nada a ser “explorado” ali. Os dois saíram do templo em silencio absoluto.

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